Escrito por Redação | 20/07/2025 – 14h26
Governador de São Paulo critica medidas impostas a Bolsonaro, denuncia perseguição política e reafirma a integridade e o patriotismo do ex-presidente diante da humilhação promovida pelo STF.
Em um gesto de lealdade e coragem diante de uma das mais vergonhosas cenas da política nacional, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, manifestou publicamente seu apoio irrestrito ao ex-presidente Jair Bolsonaro após a nova ofensiva do Supremo Tribunal Federal, que culminou em medidas humilhantes como o uso de tornozeleira eletrônica e restrições de contato familiar.
A operação, conduzida pela Polícia Federal sob ordens do ministro Alexandre de Moraes, escancarou o que milhões de brasileiros já percebem: o uso do aparato judicial como instrumento de perseguição política contra um homem que ousou romper com os esquemas do sistema. Bolsonaro, que deixou a Presidência com o apoio de uma imensa base popular, agora é submetido a medidas dignas de ditaduras, enquanto corruptos e criminosos seguem impunes.
Tarcísio, aliado fiel desde os primeiros dias do governo Bolsonaro, classificou o episódio como “uma humilhação injustificável” e uma “sucessão de erros que afasta o Brasil do seu rumo”. Em uma publicação nas redes sociais, o governador afirmou: “Não imagino a dor de não poder falar com um filho. Mas se as humilhações trazem tristeza, o tempo trará a justiça”.
Mais do que um desabafo, a declaração de Tarcísio reflete o sentimento de milhões de brasileiros que veem no ex-presidente um símbolo de resistência, honestidade e amor à pátria. “Não conheço ninguém que ame mais este país, que tenha se sacrificado tanto por uma causa quanto Jair Bolsonaro”, disse o governador. E não está errado. Bolsonaro enfrentou, com coragem inabalável, a imprensa militante, os sindicatos aparelhados, o globalismo e os interesses escusos da velha política — e por isso é hoje vítima de uma caçada institucional sem precedentes.
Ao mesmo tempo em que denunciou a injustiça, Tarcísio também clamou por pacificação e equilíbrio, alertando que não haverá paz social enquanto houver perseguição política. “Não haverá paz social sem paz política, sem visão de longo prazo”, escreveu. Ele também reforçou a necessidade de eleições verdadeiramente livres e justas, em clara alusão às dúvidas e polêmicas que ainda pairam sobre o processo eleitoral brasileiro.
A verdade é que Jair Bolsonaro permanece sendo o maior nome da direita brasileira. Um patriota, um homem de valores, de fé, que dedicou sua vida ao Brasil e hoje é tratado como inimigo por aqueles que temem sua força popular. Mas a história será justa. E a cada tentativa de calá-lo, sua voz ecoa ainda mais alto no coração do povo.
