Itamaraty reage a tarifaço de Trump com discurso protocolar e pouca firmeza

Escrito por Redação | 23/07/2025 – 12h38

Enquanto o governo Lula recorre a discursos burocráticos na OMC sem nenhum efeito prático, cresce a lembrança da diplomacia firme e respeitada de Jair Bolsonaro

Diante do impacto crescente das tarifas de 50% anunciadas pelo presidente americano Donald Trump contra produtos brasileiros, o governo Lula recorreu ao velho discurso burocrático nas Nações Unidas e na OMC. Nesta quarta-feira (23), o embaixador Philip Gough, do Itamaraty, reclamou das “tarifas arbitrárias” em um tom diplomático e protocolar que, na prática, não tem produzido nenhum efeito real — apenas formalidades vazias.

Sem citar diretamente Trump, o discurso do governo brasileiro evitou confronto direto, provando mais uma vez a fragilidade da atual diplomacia brasileira. A suposta indignação com as medidas norte-americanas acabou se resumindo a um protesto simbólico, como se palavras genéricas fossem suficientes para enfrentar uma reconfiguração geopolítica tão séria.

O que muitos brasileiros não esquecem, porém, é que sob Jair Bolsonaro, o Brasil tinha um canal direto com os EUA, uma postura de altivez combinada com pragmatismo. Bolsonaro não se escondia atrás de organismos multilaterais sem força; ele negociava com liderança e transparência, defendendo o agro, a indústria e o comércio nacional com firmeza.

Enquanto Lula se preocupa com gestos políticos ineficazes e discursos globalistas, Trump mostra mais uma vez que age em defesa do seu povo, sem medo de tomar decisões enérgicas. O “tarifaço” pode até ser criticado, mas a resposta correta deveria vir com contrapartidas reais, não com lamentos em auditórios diplomáticos.

O próprio governo já reconhece que a OMC está paralisada e sem força de atuação — o que escancara a inutilidade do gesto. E mesmo diante da possibilidade de usar a chamada “Lei da Reciprocidade Econômica”, o Planalto hesita, temendo perder o apoio de aliados ideológicos na Europa e nos fóruns progressistas.

É nessa hora que muitos brasileiros sentem falta do comando firme de Bolsonaro. Com ele, o Brasil não aceitava ser humilhado em silêncio nem usava o multilateralismo como muleta. Sabia se impor com inteligência, e construía relações baseadas na soberania, no comércio justo e no interesse nacional — não na submissão a estruturas estéreis.

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